"Alvorada de Teresa"

Teresa acordou calada, lesa Certa do sono inacabado Sonhou gritando lamurias de terças frias Regava o tempo perdido Arriscando desculpas tolas Salivou a água bocal lembrando beijos passados Insistiu com travesseiros traços da manha descoberta Alimentou a insistência de se regalar do mundo Ensaiou um passo cansado Sorriu ao descobrir que sorria Teresa esquecera seu nome mais uma vez
Victor Rodrigues Foto: google/klimt
Escrito por Victor Rodrigues às 06:32 PM
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