Donzelas de Aterros

Era um jeito sano de acreditar no arrependimento
Eram todas mulheres donzelas, sem amarguras
O Sol reinava em cores difusas, o cinza ofuscava
o branco e o preto apagado
Como Teresa, ela teimava em não acreditar na imortalização das fotografias
Fingia não olha para a direção correta
Trazia consigo restos de lembranças, resgate de horas
Ria do tempo divagado na frescura de Flamengos e seus aterros
É um jeito sano de acreditar no que pensavas
Era uma mulher igual a todas, mas minha tia
Vou rezar nas poesias teu nome e teu legado
Saber que sem você não viveria, mas viver na ansia de te encontrar
Adeus!!!
Victor Rodrigues
Escrito por Victor Rodrigues às 11:35 AM
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