Botequim Poético


Os soluços de meninos

 

Nascemos alheios presos ao destino inevitável
Nos chamaram por nomes hoje nao usados
Selamos pactos rabiscados em palavras usuais
Remamos em lágrimas próprias choradas sem medo

Cativamos estranhos futuros
Alimentando esperanças e desgostos
Rimos soltos num mundo distinto
Criado por certezas egoístas

Menino, mulecamos nossas surras
Soluçando nossos erros
Afagados pelo beijo nortuno
De mães outras sanas de carinho

Em tempos somos outros
Talvez homens, talvez meninos
Perseguindo sonhos delas
Mulheres únicas e por vezes santas

Se já fomos felizes
Sim, nao seria a resposta
Mas já fomos felizes
Por provar a outros com outros olhos
a certeza de sermos felizes

Victor Rodrigues
Foto: Joao Paglione



 Escrito por Victor Rodrigues às 03:23 PM
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"Alvorada de Teresa"

Teresa acordou calada, lesa
Certa do sono inacabado
Sonhou gritando lamurias de terças frias
Regava o tempo perdido
Arriscando desculpas tolas
Salivou a água bocal lembrando beijos passados
Insistiu com travesseiros
traços da manha descoberta
Alimentou a insistência de se regalar do mundo
Ensaiou um passo cansado
Sorriu ao descobrir que sorria
Teresa esquecera seu nome mais uma vez

Victor Rodrigues
Foto: google/klimt

 

 



 Escrito por Victor Rodrigues às 06:32 PM
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...e Teresa descobriu seu verdadeiro nome
se ausentou de minha vida e viveu feliz de repente

fim



 Escrito por Victor Rodrigues às 02:43 PM
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"Câmaras Velhas"

 

Ontem parei meus afazeres, para olhar minha velha câmera fotografica,pois hoje não a uso mais. Cansei da espera, dos riscos inevitáveis por causa do nervosismo do fotografo ao tirar a foto perfeita, que nunca será vista a não ser por meus olhos. Hoje a nego, coloquei-a no quarto como decoração. Um filme em negro e branco continua nela,esperando seu momento de liberdade, essa liberdade que é involuntária, mas prefiro esperar, não o revelar, como um segredo tolo, sádico.O moderno me cegou, alimentou minha ânsia pelo belo, perfeito, frio, talvez eterno.

Minha câmera chora calada. Seus soluços lembram seu “clik” na hora de registrar passados, enxuga suas lágrimas com pedaços de fatos mal tirados, recortados, que ela insistiu em surpreender. Suas únicas companhias se limitam, a um tabuleiro de xadres vazio, não habitado, que foi perdendo suas peças no decorrer do tempo, começando por sua rainha, discos de vinil que foram comprados e afanados pra não serem escutados, uma coleção de óculos de sol, que não saem a rua, são caseiros, aprenderam a se aconstumar com a poeira e meus Cds. Todas as vezes que insisto em não olhar ela alí naquele canto, reparo nas viagens que fizemos juntos, no momento em que por irônia do ônibus, alí a esqueci,mas não entrei em pânico, ao dar conta do vazio que reinava em meu ombro. Voltei a estação calmo, certo da perca insana. Mas ela foi encontrada, devolvida aos meus olhos incrédulos.Hoje ela cobra a minha volta a estação, reclama minha preoculpação de antes e se questiona sê ser vendida, seria a recompensa merecida. Finjo não escutar seus lamúrios e muitas vezes choro calado junta dela, sem que ela aproveite de minha falta de solidez.

Persisto em esquece-lá alí, como um troféo de vento, de nada

 

Victor Rodrigues



 Escrito por Victor Rodrigues às 11:20 AM
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Me transformo,
procuro desfazer-me dos detalhes
Me reservo,
pedalando solitário no escuro do quarto
Me conduso,
reescrevendo sob lápis apagados
Me alegro,
satisfazendo meus redores de mentiras de mentira
Me despeço,
alimentando taças floridas na espera do ontem
Acreditando,
deixo o momento falar calando o antes e o amanhã


Ao Bruno Morais
Victor Rodrigues



 Escrito por Victor Rodrigues às 09:56 AM
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Corpos expostos de Teresa

Teresa sempre lê primeiro o último capítulo de um livro para não correr o risco de esquecer  seu fim, aprendera isso com o passar de suas horas sem sono. Sua luz de cabeceira falecera naquela noite de chuva rala, seca. Ainda estava assustada com sonho de ontem, no qual Teresa se afogava em sua própia roupa, pintada de um verde qualquer. Tinha seu corpo exposto a olhos sanos, calados no imaginar de sua pele. Tentara, embora quase que sem força, sair daquele estreito espaço molhado, mas seu suor deixava suas mãos escorregadias, o que não lhe permitia se apoiar nem mesmo ao que saltava às suas vistas . Teresa não dormiu mais, preferio retornar calada ao livro amante, deitado ao seu lado em mesas já citadas esperando um afago, uma carícia em suas letras, orelhas e histórias.

Victor Rodrigues

Foto/fonte: Google

 

Ps.: Aqui o novo blog do Théo G. Alves

 



 Escrito por Victor Rodrigues às 09:56 AM
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Poema Fotografado

 


Meu poema é uma
fotografia antiga –
do irmão que não tive
do velho amor que não vingou
em preto
e branco.

Meu poema é um
frêmito de frágil metal
com uma flor absurda de
água
e sangue
tatuada em seu olho.

Poema: Théo G. Alves

Foto: Bina Fonyat

Ps.: É com toda carinho, adimiração e honra que coloco nesse post um poema do meu querido amigo Théo G. Alves, O Centenário, nome que se refere ao seu extinto blog. Ele andou sumido do mundo virtual, mas brevemente retornará com um novo blog e seus escritos que descrevem dos “Céus de Berlim” à “Currais Novos”...

Obrigado Théo o eterno Centenário!



 Escrito por Victor Rodrigues às 05:23 AM
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Donzelas de Aterros

 

Era um jeito sano de acreditar no arrependimento

Eram todas mulheres donzelas, sem amarguras

O Sol reinava em cores difusas, o cinza ofuscava

o branco e o preto apagado

Como Teresa, ela teimava em não acreditar na imortalização das fotografias

Fingia não olha para a direção correta

Trazia consigo restos de lembranças, resgate de horas

Ria do tempo divagado na frescura de Flamengos e seus aterros

 

É um jeito sano de acreditar no que pensavas

Era uma mulher igual a todas, mas minha tia

Vou rezar nas poesias teu nome e teu legado

Saber que sem você não viveria, mas viver na ansia de te encontrar

 

Adeus!!!

 

Victor Rodrigues



 Escrito por Victor Rodrigues às 11:35 AM
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Janela rara

Sou raro, vezes me converto em respostas ao acaso

Outras não deixam de ser a esquerda das minhas costas

Assumo meus amantes diários em termos

Não sou aquilo que tenho

Esqueci o abajour ligado esperando teu retorno

Amanhã penso em chorar descalço

Rever teus pertences esquecidos na partida repentina

Tais fotos não me contam detalhes

se perdem na controvérsia de cores apagadas

Cresci com a ansia de ser homen

navalhar a carne do desconhecido

sabendo caltelar teus desvaneios

De resto só restou o que aprendi de tuas cartas:

A insistência de saber o que já sabia

 

Victor Rodrigues

 



 Escrito por Victor Rodrigues às 09:57 AM
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"Bicicletas em Armários"

 

Hoje não passou de mais um dia de rosa sem cheiro
Amanheci acordado no sonho da noite passada
Meninos custaram a percorrer-me descalços
Insistia em montar a bicicleta parada
A tarde tornou-se um rodapé de palavras
Ela era o resto do meu início
Escarço de novas rezas e prendas
Sem perceber tranquei meu amantes em armários
Assumo-os em termos,
Prefiro esperar pela noite sem dono

Victor Rodrigues
Foto: Andrei Gurgel



 Escrito por Victor Rodrigues às 01:13 PM
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"

 

Teresa sabia que seu disfarce nao duraria o tempo necessário até se esconder em outra fantasia. Tensa vedou a boca de sua máscara caída, reconhecia, que essa seria a única forma de calar suas atitudes. Teresa odeia homens em volta de curvas, retornando a cada levantar de olhos. Teresa têm conciência do lixo atrás de suas costas, seus erros e até mesmo seus acertos, muitas vezes inúteis. Teresa perdeu-se mais uma vez em seu própio olhar não sabendo por onde voltar. Teresa desconhece o passar de horas, pois os ponteiros de seus relógios conhecem somente as horas de ontem. Teresa mais uma vez encalhou calada no varadouro de palavras profanas à beira de botequim"

 

Victor Rodrigues

Foto: Google

 



 Escrito por Victor Rodrigues às 09:25 PM
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"Novas Caras"

 

 

Continuo sendo o mesmo "cara", mas vendo o mundo um pouco mais além do que via a um tempo atrás. Aprendi a conhecer pessoas distântes, que na distâcia e no convívio blogueiro-cotidiano, ensinaram-me a acreditar mais nos meus escritos, estimular esse "dom" que muitos anos se limitou a um caderninho de folha parda, onde escrevia o que o mundo não entendia, por dois motivos, um pela minha letra, ilegível aos olhos normais e segundo por fugir da realidade, a cotidiana.

Hoje tenho vários nomes, um deles é Terera, o prediléto, essa eu-mulher, imatura, rebelde, amante, forte, louca, sana, feia, bela, solitária, amada, adjetivos poucos a esse personagem de mil e uma faces.

Planos, como todos, são tantos, mas o principal é o meu “Botequim”, meu pé-sujo nas terras berlinenses, que brevemente estará saindo do papel.

Desejo a todos ótimas festas de fim de ano!!!

De um grande admirador

 

Victor Rodrigues

Ps.: O Botequim Poetico estará completando um ano de vida no próximo 18 de janeiro, gostaria de fazer umas mudanças, acrescentar umas “cosítas a maís”, para isso preciso a ajuda de um voluntário(rs), pois não tenho a menor idéia de como começa ou termina, sempre fico no café com leite, no que se relaciona ao blog. Bom, estou aberto à ajuda(kákáká)

Obrigado!!!



 Escrito por Victor Rodrigues às 11:01 AM
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"Noiva sem nome"

 

Procuro não olhar nos olhos frios do metrô

Me sinto como uma noiva abandonada numa estação sem volta

Os detalhes do teto insistem em copiar meu sono,

adormecidos se enganam com minhas mentiras

O resto do ciúme regou minha noite

Acordei embrulhado no vestido amassado

Resisto em começar o dia tão cedo

Sei diferenciar as diferenças de tuas letras

Hora tua hora dele

Que nunca perguntaram meu nome...

 

Victor Rodrigues

Foto:Boris Kossoy

 



 Escrito por Victor Rodrigues às 12:00 PM
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"Dias póstumos"

 

 

No dia que nasci, morreu um homem, nem sei seu nome, rua, sua face, dessa me lembro um pouco, mas eu nasci e ele morreu, foi como uma metade de mim, já no meu nascimento, nasci incompleto, perdido entre as dores do parto e da partida, palavras próximas e destoantes...Ainda gritava sem voz quando o palma da mão me lavou o sangue e, a pele do homem morto exalava aos poucos o cheiro da morte...O cheiro de um recém-nascido lembra o cheiro de um morto há poucas horas, ou seria o contrário. A cada ano que completo minutos de vidas, se comemora a saudade do morto no mesmo minuto que o meu, mesmo sendo a viúva, o filho, os papéis, ou até mesmo o esquecimento, esse é o maior prêmio a um morto, não me seria grato ser rezado por 32 ou 23 anos, sem motivos, afinal no tempo em que me distâncio do meu nascimento me aproximo do nascimento do próximo réu, esse nascerá para que eu morra e eu morrerei para ser esquecido, temo somente os póstumos, não preciso deles...

 

Victor Rodrigues

Foto:Gentil Barreira



 Escrito por Victor Rodrigues às 11:15 AM
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"Mal me quer ou bem me quer"

Releio o contorno da sombra na parede

talvez assim descobrir quantos

bem me quer ou mal me quer

necessito para despetalar o girassol em pardo

esquecido na sala que leva a porta da partida

Recorto recortes de bilhetes amassados

neles só restou teus gestos distantes

palavras soltas igualando nosso tempo

Era como ter teu rosto perdido no caminho do corredor

completando o resto da fotografia pendurada na parede

Bem que você me queria bem

Mal querendo esquecer o passado

 

Victor Rodrigues

Foto:Andrei Gurgel



 Escrito por Victor Rodrigues às 09:09 AM
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"Ventilador de Teresa"

 

Para Teresa terminar uma noite sentava na beira da mesa sem ponta contando seus dedos descalços. Calada rezava sem saber rezar preces de sebo. No dia anterior jagara seus pensamentos no ventilador maneira de caducar velhas manias, nódoas ralas. Sabia que de nada adiantaria ser ela mesma. Teresa vivia de seus velachos rotineiros. De tarde era Sophia, madrugada mulher torta. Certas manhãs tinha suas horas de virgem, mulher madura em rosa. Umas noites caminhava por ruas sem nomes desconhecidos. Relendo recados antigos cobertos de poeira e saudades. Teresa cameçou mais uma manhã

se esquecendo de mentir outro nome ao espelho...

 

Victor Rodrigues



 Escrito por Victor Rodrigues às 07:35 AM
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"Nackt céus"

Existem céus que se deixam ver pelos espaços em branco

Es gibt Himmel, die lassen sich von leeren Räumen aussehen

Nú, recheado de vento e sombras

Nackt, gefüllt voll Wind und Schatten

Manhãs repletas de cedo mesmo sendo doze

Morgens überfüllt von früh, obwohl es schon Zwölf ist

O feltro se mistura ao retalho

Der Filz mischt sich mit den Fetzen,

cedendo a seda crespa da janela

der gibt an der holprigen Seide des geschlossenen Fensters nach

Deixo de acreditar em céus

Ich lasse das Glauben an die Himmel

vou virar a esqueda na esquina em evidência

und gehe nach links an die einleuchtende Ecke.

 

Victor Rodrigues

Ps.: A pedidos de algumas pessoas que não podem ler o portugues

tentei “traduzir” o texto acima e de quebra mostrar a vocês como a lingua alemã

pode ser “poética”

 



 Escrito por Victor Rodrigues às 11:16 AM
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"Paralelepípedos"

  Paralelepípedos
A porta mantinha-se fechada até ele acreditar que ela estava aberta. Os recortes mais novos eram colocados em evidêcia, ele acreditava no envelhecimento precoce de suas notícias através de leituras repetitivas. Há trinta anos ele se enfurnava naquele lugar, quarto, cova. Os filhos desitiram de convida-lô para festas, casamentos, formaturas. Os netos aprenderam a conviver com um avô em forma de quarto. Os vizinhos diziam com línguas presas, motivos ou convicções: Era Loucura!!!Mas nenhum de nós o via como louco, talvez nós fossemos loucos por não acreditar no sonho de um homem, hoje, velho. Ele dizia antes de se aposentar que seu maior medo era ser privado de escrever. Andava sossegado envolta de suas cartas enviadas de volta, por falta de endereço. Ele as via como respostas de gente de pés descalços. Minha tia insitia numa fase. Um dia conversei com ele, já tinha 21 anos e umas viagens pelas costas. Foram horas de recortes, dedos sujos de "impressum" e despedidas. Depois de umas palavras o homem não acreditava nas minhas palavras. Dizia que eu parecia os homens escondidos dentro dos sacos plásticos. Tentei ler seus lábios cansados de sombras, ele riu de minnha tentativa e me confidênciou talvez um de seus últimos segredos: "Desaprendi a sair à rua" e proceguiu "a última vez que tentei ser eu mesmo, me vi perdido na rua da frente, sem saber se andar para frente era necessário ou se esquecer de não andar era vergonha, preferi acreditar o que me diziam os rostos, nomes de avenidas, mas até esses mentiam"...Ele sorriu como um homem ao ver seu primogênito pela primeira vez, pois seus lábios arrastados vieram acompanhado por gotas de lágrimas. Virei as costas e não tive palavras para me despedir . Ele continuo a andar em voltas. Um dia minha tia liga e diz que meu tio saíra a rua sem ser obrigado. Voltou carregando paralelepipedos, sem entenderem, meus primos preferiram não priva-lô daquele momento. Todos o olhavam como se ele fosse uma peça em cartaz há trinta anos e nesse dia o protagonista principal adoecera, cedendo uma chance ao ator reserva. Aquele homem, meu tio, cavava o chão em partes com as mãos, jogou um recorte no buraco, um pouco de terra sobre ele e arrumou os paralelepipedos desarumadamente. Olhou sua platéia, onde muitos choravam e se despediu sorrindo e honroso. Veio a falecer algumas horas depois sentado em sua única cadeira, na prisão que ele próprio construíra para sí...

 Victor Rodrigues

Ps.: A demora na postagem e ausência dos blogues amigos, se deve ao fato de meu computador ter explodido há duas semanas, mas breve tentarei entrar em dia com todos.



 Escrito por Victor Rodrigues às 02:39 PM
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"Outono e passagens"

 

O outono finge chegar pela janela...

Meus móveis antigos e prateleiras respiram tua poeira

De passagens sem jeito e sem volta

Eu, só, me encontro na confissão alheia

Maneira essa de me auto-biografar

Contar meus restos ainda inteiros

Reger meu tempo sem relógios

Rir da lágrima a rasgar o rosto

Teus livros esquecidos ainda insistem em olhar pro lado

Lembram tuas horas de desdém e sono

Vou fechar a porta, correr de pés descalços no mármore frio

Fingindo escultar teus vinis e tua voz rouca

O Outono chegou fingindo que vai ficar...

 

Victor Rodrigues

Foto:Robert Polidori



 Escrito por Victor Rodrigues às 11:49 AM
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"Cortinas Moucas"

Teresa se reconhecia na vitrine de seus olhos cansados. Sabia que de nada adiantava lembrar Pierre, amar suas mulheres, vestir seu terno e chorar seu choro se ao passar pela porta da saudade a esquecera entreaberta. Seus dias se limitavam a um ar esfumaçado e cortinas coloridas pelo calor do sol gelado. Teresa sabia pouco mais do que teria que saber para viver alado, mentia mais do que teria que mentir para sorrir covarde, corria mais do que teria que correr para se achar em sí. Teresa já esquecera todas as confições despejadas aos ouvidos moucos da janela, mas tinha a esperança que o ar tivesse levado suas lamúrias e essas se encontrado ao ouvido de um novo Pierre. Teresa se preparava para sair naquele fim de tarde mais uma vez vestida de Pierre e sua cafagestagem.

 

Victor Rodrigues

Foto: Win Wenders

"Esse post vai para você que de tão especial inspira Teresa e a torna um amante de Wenders como você"



 Escrito por Victor Rodrigues às 12:00 PM
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